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   TOP 10 RPG (ARTIGO RELÂMPAGO)

  10- GRANDIA 3

   Nota geral: 7.6

   Falhas: Um tanto fraco em certos fatores de acabamento. As texturas poderiam ser melhores e mais polidas. E alguns personagens melhor modelados

   Pontos fortes: Um sistema diferenciado de batalha por turnos que torna o jogo mais agradável.

  9- Dawn of mana

   Nota geral: 8.0

   Falhas: Literalmente muito "zuado" em certos pontos como por exemplo: primeiros inimigos (que incrívelmente são cogumelos com corações), etc. Trilha sonora muito ruim  parecida com as de alguns jogos de Quiz japoneses.

   Pontos fortes: Sistema de ataque direto e maior liberdade de combate. Além de uma ótima trama de rpg. 

                                             CONTINUA

 

 

 

 

 

sexta 10 fevereiro 2012 17:10


indicações

     indicações

   Olá internautas vem ai o mais novo quadro de indicações. Nós do acnálises iremos indicar alguns jogos que merecem serem jogados. Qualquer dúvida deixem um comentário.

  Tomb raider (3/4 2012- preview)

   Não seguindo a história dos ultimos três jogos da série tomb raider (apenas) mostrará um lado tanto de formação da personagem. Apesar de para mim ainda ser um mistério algo mais nítido sobre a história do jogo, posso garantir que os gráficos são estrondosamente bons e vão ultrapassar os gráficos dos ultimos "tomb raider's" lançados, existentes também para playstation 2( tomb raider- legends, tomb raider- underworld, tomb raider- anniversary)

 

   

sábado 21 janeiro 2012 13:08 , em Julio Kawamoto


Minecraft

CONSIDERAÇÕES

 

A nota 9 desta análise deve ser encarada com ressalvas. Os gráficos jurássicos, a jogabilidade sem objetivo, o estímulo do criar pelo criar; essas características de “Minecraft” não apelam em nada a grande parte dos gamers. Jogadores que decerto há meses coçam a cabeça estupefatos se perguntando o que diabos os outros vêem nesse jogo desavergonhadamente quadriculado. E não há problema algum com isso.
 
As falhas de “Minecraft” não são poucas. Francamente, o jogo no seu estado de “lançamento” está praticamente tão inacabado quanto a um ano atrás. Mas se a jogabilidade fizer sentido para você as falhas pouco importam e não é exagero algum dizer que “Minecraft” oferece uma experiência única nos games.
 
Você pode se perder construindo obras faraônicas com amigos, explorando um mundo aleatório de surpreendente variedade, simplesmente tentando sobreviver, ou customizando o próprio jogo com as milhares de modificações criadas pela comunidade de usuários. É um testamento do potencial criativo e de entretenimento dos videogames. Aos convertidos, não há outro jogo que consegue transmitir a mesma sensação de maravilhamento e liberdade. Um jogo que pode te levar a dedicar, não horas, mas meses da sua vida a cavoucar e empilhar bloquinhos.

INTRODUÇÃO

 

“Minecraft” é um fenômeno independente que transformou em milionário um sueco com gosto duvidoso para chapéus – o programador Markus “Notch” Persson. Criado sozinho pelo próprio Notch até explodir pelo sucesso tecla a tecla na internet, “Minecraft” gera mundos aleatórios que podem ser explorados livremente e hoje possui milhões de jogadores.
 
O jogo se popularizou mesmo por seu uso como “caixa de areia”, na qual os usuários construíam obras monumentais e espalhavam seus resultados pelas redes sociais, especialmente o YouTube. O título está em constante modificação desde que entrou em alpha e começou a ser jogado em 2009, e mesmo após o seu recente “lançamento” ele continua a ser aprimorado e a receber novo conteúdo.

 

PONTOS POSITIVOS

  • Faça o que quiser

“Minecraft” não te dá nenhum objetivo sobre o que fazer e até a tímida “aventura” adicionada nas últimas atualizações pouco fez para mudar esse quadro. Mas se isso pode incomodar alguns jogadores, essa é uma das maiores razões do sucesso do game: deixar o usuário criar o seu próprio objetivo.
 
Você não ganha nada ao levantar uma torre que atravesse as nuvens além da satisfação de tê-la construído. Uma vez botei na cabeça que meu objetivo seria andar em direção do Sol no modo hardcore – no qual a morte deleta todo o seu progresso – e ver quantos dias e noites sobrevivia como andarilho, enfrentando zumbis e esqueletos durante as noites. Uma vez construí uma “Taverna UOL Jogos”, completa com réplica tosca da redação e um laboratório submarino para conferências. Só porque deu vontade.
 
Mais brinquedo do que jogo, “Minecraft” convida o jogador a criar o seu próprio propósito e tratar seu mundo como um imenso playground, lhe proporcionando as ferramentas para dar asas à imaginação. E é surpreendente como as horas se esvaecem com essa experiência tão simples.

  • Modificações

A liberdade encontrada dentro do jogo para fazer o que quiser se estende até fora de “Minecraft”, permitindo a você tunar o game da forma que quiser. A quantidade de modificações criadas pela comunidade é absurda, com milhares de mods disponíveis, e igualmente absurda é o quanto elas podem mudar a experiência.
 
Os gráficos podem se tornar fotorealistas, novas criaturas e itens serem criados, tipos diferentes de mundos gerados. Os mais pacientes que se dispuserem a mexer debaixo do capô podem mudar de tudo e inclusive contornar muitas das falhas ou funções inacabadas do game. Como exemplo, confira aqui uma breve amostra de alguns mods de “Minecraft”.

  • Multiplayer e comunidade

Com os amigos certos, a experiência multiplayer em “Minecraft” é extremamente divertida. Manter um servidor com uns poucos companheiros proporciona uma surpreendente a sensação de ‘estar em casa’ sempre que você se logar por lá, construindo estruturas gigantescas ou apenas explorando o mundo sem destino. A outra metade da diversão está em visitar servidores criados pela comunidade, explorando os mundos dos outros jogadores, muitos de derrubar o queixo pela complexidade.
 
“Minecraft” deu um salto de jogo a fenômeno cultural, formando comunidades particularmente ativas, preenchendo wikis sobre o jogo – indispensáveis para compreendê-lo dada a parca documentação – e conversando em fóruns, blogs, redes sociais. Diversos vídeos de narrativas de aventuras no YouTube têm milhões de visitas.

PONTOS NEGATIVOS

  • Gráficos

Um ponto polêmico. Apesar de muitos fãs considerarem os gráficos de "Minecraft" resultado mais de uma escolha estética nostálgica do que "tosquice" propriamente, chega a arder a vista olhar para os blocos de “Minecraft” depois de descolá-la de títulos modernos.

  • Falta de documentação

Um jogo com tamanha riqueza de opções implora por tutoriais ou uma enciclopédia interna. A postura de “segue teu rumo, garoto” poderia ser amenizada para diminuir a frustração dos novatos. “Minecraft” possui centenas de itens que podem ser construídos, mas boa sorte em descobrir como fazer um deles sequer dentro do jogo, já que ele não te fornece nenhuma dica ou receita.
 
Justiça seja feita, não é difícil encontrar informações completas e atualizadas nas wikis online mantidas pela comunidade, mas elas poderiam ser melhor integradas dentro do próprio game para evitar o festival constante de "alt-tabs".

  • Inacabado

Sim, apesar de estar em constante desenvolvimento há dois anos e sofrer diversas modificações até ser “lançado” agora, “Minecraft” ainda é um jogo repleto de ótimas ideias implementadas pela metade.
 
O avanço com experiência pouco influencia no jogo, os NPCs dos vilarejos não fazem nada além de encarar o jogador com cara de bobo, há um chefão pouco empolgante - meio que só pra falar que tem -, os "achievements" são poucos, a implementação do multiplayer para criar um servidor não é integrada ao jogo, mods não possuem suporte nativo, bugs ainda são relativamente comuns e a lista ainda vai longe.
 
O jogo continua a ser aprimorado pelo estúdio Mohjang e novo conteúdo adicionado, mas o lançamento real de “Minecraft” como produto final ainda está distante. É um surpreendente testamento do quanto “Minecraft” é viciante o fato de que a longa lista de problemas é relevada a meros detalhes enquanto você joga.

ass: Ricardo Luiz

sábado 03 dezembro 2011 20:38


Assassin's Creed Revelations

CONSIDERAÇÕES

 

A série “Assassin’s Creed” é uma das mais emblemáticas desta geração de videogames. A história futurista mostrando como foram as civilizações  da antiguidade é uma das mais empolgantes que já se tem noticia. Entretanto as novidades de “Revelations” não são fortes o suficiente para manter o gás de novidade do jogo.

Como encerramento, “Revelations” cumpre seu dever de amarrar as pontas e apresentar uma nova civilização para os jogadores, mas está na hora da série contar uma nova história, um novo protagonista. Quem sabe em “Assassin’s Creed III” isso pode virar realidade.

INTRODUÇÃO

 

A saga de Ezio Audittore da Firenze finalmente chega ao fim. Para apresentar o final desta saga, a Ubisoft convocou estúdios de todos os cantos do mundo e fazer desta aventura a mais extensa e a mais profunda de toda a série.

O assassino vai em busca dos segredos da ordem ao mesmo tempo em que lida com questões políticas e ainda encontra tempo para um romance. Além disso, o jogador pode ter a curiosidade de ver a história de Desmond, que tem que encontrar uma saída do Animus – o grande computador que permite reviver as memórias de antepassados.

 

PONTOS POSITIVOS

  • História envolvente

O enredo de “Revelations”  é o mais bem elaborado da série. Mostra como Ezio se envolve em uma trama política na cidade de Constantinopla, sua busca pelos segredos de Altair e ainda encontra tempo para se apaixonar.

No lado de Desmond, é delicado, pois o jogador deve ajuda-lo a encontrar uma saída do Animus. Já com Altair vamos ver como foram os momentos mais marcantes do assassino de Jerusalém.

Todas essas histórias são emocionantes e precisam ser apreciadas, felizmente o jogo tem legendas e textos em português, o que facilita a compreensão da trama. O trabalho de tradução está bem feito e até mesmo os termos técnicos mais avançados – e complicados – estão corretos, sem nenhum erro.

  • Mecânicas mais variadas

È possível notar como a Ubisoft vem trabalhando para transformar a experiência de jogo de “Assassin’s Creed” mais elaborada. O primeiro jogo foi taxado de repetitivo, o mesmo valeu para o segundo, em “Brotherhood” foram diversas melhorias nesse sentido, mas as missões paralelas atrapalhavam o desenrolar da aventura principal.

“Revelations” conseguiu unir o melhor dos dois mundos. É possível deixar de lado as buscas secundárias e se concentrar na história sem se sentir culpado por não pegar um cristal do animus. E quem quiser fazer tudo e não deixar nada de lado, vai encarar missões mais elaboradas e que contam com as habilidades de assassino para serem resolvidas.

As partes mais divertidas são as buscas de Ezio pelas chaves da biblioteca de Altair. Essas missões são parecidas com a caça ao tesouro de Romulus, que foram vistas em “Brotherhood”. Em alguns casos é necessário passar por diversos soldados sem ser visto, em outras o desafio é encontrar o caminho certo para a chave.

Já na parte de mecânica de jogo a variedade fica por conta das bombas, que adicionam novas estratégias para passar por inimigos sem chamar atenção ou acabar com a raça deles. O jogador pode criar bombas letais, de distração ou armadilhas, mostrando que a ideia é interessante, mas pode ser ignorada para quem quer se manter fiel às raízes.

“Revelations” traz um novo jogo de defesa da base, no qual o jogador deve tomar bases dos templários e instalar uma base dos assassinos, depois de algum tempo a base será atacada e você terá que usar diversos soldados e armas para impedir que os adversários reivindiquem a base novamente. Você ficará mesmo muito tempo absorvido por essas brincadeiras e corre o risco de esquecer a trama principal só para ser um especialista em defesa.

  • Combate mais dinâmico

O calcanhar de Aquiles de “Assassin’s  Creed” sempre foi o combate. Houve melhorias em todos os jogos, mas em “Revelations” a empresa resolveu ousar e colocar um botão dedicado para a arma secundária. Com isso é possível disparar a pistola, disparar dardos ou arremessar bombas no meio de um combate. Se você vai usar ou não, a decisão é sua, pois o game continua privilegiando o esquema de ficar na defensiva e contra-ataque.

  • Uma cidade viva

A cidade de Constantinopla é bastante bonita. Você encontrará regiões onde a riqueza transborda pelos tapetes e cortinas de seda, a região de comércio mostra as influencias árabes, mas há também uma área onde os pobres são oprimidos.

Todos os templos, castelos e pontos turísticos têm suas descrições traduzidas para o português o que torna a viagem para a cidade ainda mais agradável e divertida.

PONTOS NEGATIVOS

  • Trama complexa demais para iniciantes

Quem nunca chegou perto da série “Assassin’s Creed” vai se sentir como um peixe fora d’água. O game não faz questão alguma de situar os novos jogadores à trama. “Revelations”  continua exatamente do ponto onde acaba “Brotherhood” e a explicação sobre o que aconteceu anteriormente não chega durar um minuto sequer.

Se você não sabe quem é Desmond, Altair ou Ezio, é melhor parar por aqui, na leitura desta análise antes de colocar o disco em seu videogame e só voltar quando conhecer toda a história desse rico universo.

ass: Ricardo Luiz

sábado 03 dezembro 2011 20:35


EA Sports MMA

"Mundos vão colidir". A frase de impacto que estampa a contracapa de "EA Sports MMA" não é apenas uma metáfora para impressionar: de fato, o novo título da Electronic Arts encara a franquia "UFC" da THQ, tida como referência na área. Porém, a gigante do mercado de games entrou de cabeça no mundo das lutas mais violentas do mundo dos esportes e consegue divertir um bocado.

O primeiro passo para ir em direção à vitória foi utilizar um sistema de jogo muito bom, porém subutilizado: o da série de boxe "Fight Night". Assim, a alavanca esquerda controla o lutador e a direita os seus golpes, como socos e chutes. Com os botões de ombro o lutador modifica o golpe, passando para golpes na linha, chutes e defesa. Com os botões de face é possível fazer golpes de agarrar, derrubar e submissão. Há também a opção de usar os botões frontais, mas ao usá-los o espírito de simulador se perde. 

As variações para os golpes de agarrar podem ser feitos com enforcamentos ou deslocamento de membros. Na primeira opção, é necessário que o jogador encontre o ponto exato em um círculo que aparece na tela usando a alavanca esquerda, já os deslocamentos podem ser feitos apertando o botão de submissão em intervalos regulares para manter a resistência do lutador - ficar pressionando freneticamente não funciona. Claro que a EA Sports pensou usar os botões de face para dar socos e chutes, mas dessa forma a variação de golpes fica bastante reduzida e acaba com a experiência de estar jogando um simulador de Vale Tudo.

O modo de carreira de "MMA" serve para duas coisas. A primeira é mais evidente e ensina ao jogador todas as minúcias do controle, inclusive como fazer combos, praticar a defesa e fazer os golpes especiais. A segunda é para dar um propósito para jogar sozinho, já que não existe um modo "Arcade", mas apenas a opção de fazer lutas simples ou online.

Da mesma forma que "Fight Night", a carreira permite que o jogador crie um lutador para enfrentar as maiores lendas dos campeonatos do gênero. O processo de personalização é bem amplo, permitindo usar fotos do jogador para criar o rosto do astro dos ringues ou utilizar um dos 50 rostos pré-configurados. Claro que perfumarias como a escolha de músicas, roupas, tatuagens também estão presentes para agradar os fanáticos pelo esporte.

O processo é bem detalhado e inclui também o estilo de arte marcial do lutador. São nove opções que incluem judô, kick boxing, muay thay e o clássico jiu jitsu. Cada arte marcial tem atributos iniciais diferentes que ditam a especialidade do combatente. Caso escolha judô, os golpes de arremessos são mais poderosos, já com boxe os socos e ganchos são as armas para nocautear os adversários. A especialização inicial serve apenas para dar um pontapé na vida dentro dos ringues, pois durante o modo de carreira o jogador pode aprender golpes de outras artes marciais para desenvolver o seu personagem.

Hora do quebra-pau

Por mais variadas que sejam as artes da briga, existe um problema que chama atenção: dentro do ringue todos os lutadores parecem ter o mesmo estilo de luta, pois os golpes são desferidos com a mesma animação, o que muda é a efetividade dos golpes. É difícil acreditar que os socos, chutes, arremessos e cotoveladas de um lutador de wrestling sejam idênticos ao de um kick boxer - mas em "MMA" são. Isso desencoraja criar um novo lutador, pois no final o que muda é apenas o rosto e os atributos físicos.

Entre cada luta existe um intervalo de oito semanas virtuais que é usado para treinar e melhorar as habilidades do lutador. Os treinos vão desde o simples movimento pelo ringue até combinações de golpes que podem ser usados na hora do "vamos ver".

Depois de criado, o lutador virtual passa por diversas ligas que existem na vida real, como o Strikeforce, dos EUA. Cada campeonato tem suas regras próprias, variando, por exemplo, a quantidade de rounds e golpes válidos. Independente da liga, os combates são bastante violentos, com socos que abrem feridas nos lutadores. Nos primeiros passos os oponentes controlados pelo computador são fáceis de serem derrotados, mas a dificuldade vai aumentando conforme seu guerreiro ganha cinturões. 

Entretanto, a Electronic Arts continua pisando na bola nos mesmos erros da série "Fight Night". Os combates, por exemplo, podem ser resolvidos com um belo golpe de sorte, acertando em cheio o rosto desprotegido do oponente, não importa se o adversário estiver nas últimas, sendo dominado e sem energia. Basta acertar o golpe para o jogo virar e a luta acabar de uma hora para outra. Isso pode soar realista, mas não é o que os indicadores de vida e energia indicam, transmitindo uma falsa segurança de que tudo está sob controle.

Sangue online

Os modos online são bem interessantes e ainda mais satisfatórios do que o modo de carreira, tendo em vista que os lutadores controlados por outros jogadores são muito mais imprevisíveis do que os oponentes da inteligência artificial. O melhor é que os atrasos praticamente não existem, o que é formidável para um jogo de luta - claro que tudo depende da velocidade da conexão do jogador. 

O game bonifica os lutadores conforme a atuação na jaula, dando mais pontos para o vencedor e valorizando os golpes que foram desferidos e defendidos. Com esses pontos, o jogador vai ganhando faixas e aumentando sua classificação na rede.

Além disso, é possível criar grupos de até 10 jogadores, sendo que dois lutam e os outros assistem à transmissão do combate. As lutas pelo campeonato têm data e hora marcadas e são transmitidas na opção Broadcast e também no site oficial do jogo, o que torna o título bem mais divertido.

sábado 03 dezembro 2011 20:32


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